Um pouco da (minha) história dos videogames

Naquela época, os jogos eletrônicos cabiam em um disquete de 5 1/4″. Vários deles cabiam em um único disquete de 3/2″, e a maioria dos computadores eram ligados na televisão. O Apple II era coisa de rico, o TK90-X era uma sensação e o MSX reinava absoluto, pelo menos no meu mundo era assim.

Ainda tínhamos nosso Dactar II, clone do Atari 2600, guardado em algum lugar. Ainda hoje ele anda por aqui, só que não é ligado há anos. Dessa época dourada da minha infância/adolescência lembro com muita saudade dos jogos.

Tivemos um Dactar II, depois um SuperNintendo. Um amigo tinha um Odissey, eu tive um TK90-X, e amigos tinham MSX, Apple II e um primo meu tinha um PC. Comum a todos eles era o fato de que cada um tinha seus jogos mais legais.

No TK90 jogávamos um jogo de moto, em primeira pessoa, onde você pilotava sua moto caçando bandidos (?) entre as árvores de uma floresta. Não lembro o nome dele, mas com certeza se o visse hoje acharia uma tosqueira sem tamanho. As árvores eram, na verdade, retângulos compridos marrons, e honestamente não lembro como eram os sons do jogo. Mas era um jogo divertido na época. Carregado a partir de uma fita cassete, jogado no teclado do TK, que era do tamanho de uma folha de papel dobrada ao meio, com teclas de borracha azul. Eu gostava daquele computadorzinho.

Ainda lembro quando o ganhei, meu primeiro computador. Eu precisava de uma televisão para ligá-lo, e só tínhamos uma em casa. Obviamente, minha mãe estava usando-a, então tive que negociar com ela pra poder estrear meu brinquedo novo. Foi naquela época que aprendi Basic, que é a única linguagem de programação que sei até hoje.

Ainda no TK90 (ou será que já era no MSX?) jogávamos um outro chamado Alpha-roid. Passei muitos momentos de raiva jogando esse! Eita joguinho desgraçado! Mas era divertido. Jogávamos eu e alguns amigos, mais notadamente o André, nos revezando nas fases, nas vidas ou em ambos, não recordo bem. Era um jogo de plataforma, eu acho. O que me lembro é que você controlava um robô, que tinha que andar num labirinto (Isso! Não era plataforma, era labirinto!), e tinha umas cobras roxas, das quais eu lembro apenas a cor e um pouco do sentimento de ódio que sentia em relação a elas. Acho que elas davam choque, sei lá.

Isso tudo é só pra dizer que vou escrever sobre alguns dos jogos que mais marcaram minha infância e adolescência.

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