Menin@s, eu vi o Exterminador do Futuro!

17 setembro 2008, quarta-feira.

Essa foto foi citada no Gizmodo Brasil:

Pra não dizer que eu minto: Em Montreal, Canada, em uma comic shop pequena, perto do lugar onde tomei o melhor café da manhã do mundo, tem um desses. Foram feitos só 40, e lá custava 15 mil dólares canadenses.

Pra provar, a foto que tirei (pena que ele ficava atrás de uma daquelas cerquinhas de corda, e que não quis me dar um autógrafo…):

Fala sério: a minha foto não é MUITO melhor? Vamos aos fatos: tem ALIENS na foto. Preste atenção naquele crânio de alien ali atrás (esse é destruidor). E nessa caixa de Alien aqui, em primeiro plano. E na vitrine, atrás, tem ovos de alien! E outro alien de pé, pose tipo Davi, na vitrine. E, pra completar, uma das criaturas mais legais da história do cinema: um alien, ali ó, do lado esquerdo, pertinho do braço que está segurando a arma. Viu?

Sabe por quê só tem crânio de humanos aos pés do Exterminador? Pelo mesmo motivo pelo qual não fizeram um filme Alien versus Terminator. O robozinho não ia dar nem pro cheiro.

Life-size Terminator T-800 Endoskeleton Is A Drawing Room Must-have – Gizmo Watch

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Mais cenários

25 março 2008, terça-feira.

Eis mais alguns cenários de “A Viagem de Chihiro”.

Um cenário de flores:

flores.jpg

Um pan da sala de Yubaba (pan é uma cena onde a câmera move-se de um lado para o outro. No caso desse pan, a câmera começa focalizando a Chihiro e move-se pela sala na horizontal até chegar em Haku):

yubaba_pan.jpg

E, atendendo a pedidos, um papel de parede bem colorido, do saguão de Yubaba, momentos antes de Chihiro entrar:

saguao_wallpaper.jpg


Brincando com cenários

8 março 2008, sábado.

Achei esse blog ao acaso: Animation Backgrounds. O cara pega desenhos animados e edita as cenas para ficar só com os cenários. Simples, mas muito legal. O problema é que ele só pega Disney, Disney, Disney. E tem muita animação por aí com cenários fantásticos que não são Disney.

Uma delas é “A Viagem de Chihiro”. Esse é meu primeiro teste extraindo os cenários de um DVD. É fácil, e depois eu posto um tutorial.

Esse cenário aparece por mais ou menos 20 segundos no filme. Clique para ampliar.

chihiro01.jpg

Imagino o trabalho que o artista teve para desenhar esse cenário. Se o cara for BOM, pode ter feito em um dia essa pintura. Um dia de trabalho para ser mostrado por 20 segundos. Tem algumas cenas em que o cenário aparece por poucos segundos, em algumas cenas você nem nota o cenário, de tão rápido que ele aparece, mas ele está lá, super bem desenhado. É por esses e outros motivos que um longa de animação leva quatro, cinco anos para ficar pronto.

Agora veja o mesmo cenário com algumas poses da Chihiro nele:

chihiro02.jpg


Speed Racer… de volta.

31 janeiro 2008, quinta-feira.

Speed RacerEu já falei que Speed Racer vai ser um lixo. Vai ser um lixo, mas a Petrobras vai estar lá.

A marca da empresa integrada de energia brasileira vai estar presente na produção dos irmãos Lixowski, com exposição de marca nos cenários, cenas e momentos do filme nas mais variadas formas, em uma ação de product placement. Da nota da empresa:

“A ação de product placement em Speed Racer será vista em todo o mundo e objetiva reforçar a marca Petrobras no cenário internacional, enfatizando nosso trabalho no desenvolvimento de tecnologias de ponta, especialmente energia”, afirmou Luis Antônio Vargas, gerente de Publicidade e Promoções da Petrobras. O acordo com a Warner Bros. Pictures e a Village Roadshow Pictures também inclui uma parceria promocional para o lançamento (provavelmente apenas no Rio).

Será que o Mach5 vai parar nos boxes e vai vir um carinha de macacão amarelo da Petrobras colocar a mangueira no carro para abastecer? Ou será que serão apenas cartazes nas pistas?

Ou, ainda pior, será que a Petrobras vai ser uma equipe rival do Mach5?

Quando essa porcaria passar na Sessão da Tarde, e se eu estiver hospitalizado de cama sem poder trocar de canal saberei.


Yippee Ki Yay, motherfucker!

29 janeiro 2008, terça-feira.

Duro de MatarEstou para escrever há algum tempo sobre o que considero o melhor filme de ação de todos os tempos: Duro de Matar (Die hard, 1988), com Bruce Willis. Dica: se você achar por aí para vender, pode me mandar de presente :)

E não sou só eu que o considero o melhor. A revista Newsweek o colocou no topo de sua lista de filmes de ação em uma edição de junho de 2007, praticamente vinte anos depois do lançamento do filme, e apenas algumas semanas antes do lançamento da quarta seqüência, Live Free or Die Hard. Em segundo lugar vem outro favorito meu, Alien, e em terceiro Os Caçadores da Arca Perdida. Lista bem-feita!

Mas e o quê, afinal, Duro de Matar tem de tão espetacular?

Os personagens

Primeiro, os personagens. Tem John McClane. Um dos melhores personagens da carreira de Willis, e o melhor policial das telonas (sim, melhor que Axel Foley, sem discussão em relação a isso). O apelo de McClane está no fato dele simplesmente estar no lugar certo na hora errada. O que, óbvio, não é nada bom para Gruber e sua trupe de terroristas.

Depois, o próprio Gruber. Fantástico papel de Alan Rickman (que você deve lembrar como o xerife de Nottingham em Hobin Hood, ou como Professor Severo Snape em Harry Potter). Um vilão de classe, tem-se que dizer. Gruber e seus comparsas formam um time de primeira, que sabe o que está fazendo. Sabem como negociar com a polícia, sabem os protocolos do FBI. Enfim, estão no comando.

Temos o sargento Al Powel, que é um guarda comum, que também aparece meio sem-querer na história. E o motorista da limusine. E a ex-mulher de McClane, Moly. E o apresentador de TV, e o amigo de Moly. Todos personagens que vão sendo apresentados no decorrer do filme, mas que não deixam, por isso, de ter suas vidas e histórias muito bem explicadas e encaixadas na trama. Até mesmo os bandidos têm suas ligações, sendo mais que meros badguys.

A trama

Willis é John McClane, um policial de Nova Iorque que vai, no Natal, para Los Angeles visitar os filhos que moram com a ex-esposa na cidade. Moly Genaro trabalha para a Nakatomi Corp, que está dando sua festa de fim de ano no recém-construído Nakatomi Plaza. E é no Nakatomi Plaza que John vai encontrar Moly, já que ele chega na véspera de natal. E é no Nakatomi Plaza que John vai encarar um grupo terrorista encabeçado por Hans Gruber, que sequestra todo o 30º andar. Obviamente que McClane vai fazer de tudo para acabar com a festa dos bandidões.

Porém, à primeira vista, tudo isso pode parecer mais um filme à lá Rambo ou Steven Seagall. Mas não é. McClane não é invencível. Ele não entra em uma sala cheia de bandidos atirando e gritando “Moooorram!”, sem ser atingido por nenhuma bala. Ele não tem um arsenal de armas à sua disposição, e nem é um mestre das artes marciais. Ele é um policial comum, em uma situação incomum. E a única maneira dele sair vivo dessa situação incomum é utilizando seu cérebro.

Em momento algum ele tenta resolver a situação por si mesmo, apesar de muitas vezes ver-se obrigado a fazê-lo. McClane não queria estar ali, e ele não queria ter que lidar com isso, como deixa claro algumas vezes durante a película. Isso leva a história a soluções bastante criativas, como quando John vê, do prédio, um carro de polícia aproximando-se do edifício, e não possui nenhuma maneira de entrar em contato com o policial. Sua maneira de resolver o problema é ótima.

Trilha sonora

A trilha sonora é outro ponto forte no filme. Note que ela só aparece na cena onde o próprio Hans Gruber mostra as caras. Antes disso, apenas trilha sonora incidental, como músicas no rádio e canções de natal na festa. Só depois que Hans aparece é que a coisa fica séria e aí a trilha acompanha.

E nem preciso falar que ‘Let it Snow‘ está profundamente associada a Duro de Matar nas entranhas do meu subconsciente.

Duro de Matar é um daqueles filmes que me fazem pensar que sim, o ser humano tem capacidade de fazer coisas criativas. E isso me dá força para correr atrás dessa energia criativa em mim mesmo.

Yippee Ki Yay, motherfucker!


Fábrica de robôs

23 dezembro 2007, domingo.

http://www.buynlarge.com/

Se você sabe do que se trata o novo filme da Pixar, Wall-E, você sabe do que estou falando.


Speed Racer vai ser um lixo

11 dezembro 2007, terça-feira.

Eu até tinha alguma esperança de que o filme fosse bom, até descobrir que são os irmãos Matrix Wachowski que estão escrevendo/digirindo/produzindo enfim, estragando com tudo.

Daí foi divulgado o primeiro trailer e eu realmente perdi as esperanças. Se um dia passar na sessão da tarde eu assisto.

Speed Racer não estava na minha lista de coisas que eu queria ver virando filme, mas tinha potencial.